Exposição “Somos Todos Iguais”
- Rosangela souza
- 20 de jan.
- 2 min de leitura

Exposição “Somos Todos Iguais” une artistas do Brasil e de Portugal na Casa de Portugal
Sob a curadoria de Rosângela Herbert, a exposição “Somos Todos Iguais” reúne artistas do Brasil e de Portugal na Casa de Portugal, promovendo um encontro que ultrapassa fronteiras geográficas e culturais. Curiosamente, muitos dos participantes conheciam-se apenas através das redes sociais, e esta mostra tornou possível a transformação desse contato virtual em uma convivência artística real.

A exposição “Somos Todos Iguais” destacou-se também pela inclusão de artistas com diferentes trajetórias, vivências e realidades, reforçando o caráter plural e humano do projeto. A diversidade presente nas obras e nos percursos dos artistas participantes revelou a arte como um espaço de acolhimento, onde todas as vozes têm lugar e visibilidade.

A exposição apresenta obras que abordam temas como igualdade, diversidade, inclusão e respeito, reforçando a ideia de que, apesar das diferenças, todos partilhamos a mesma essência humana. As fotografias que acompanham a matéria registam não apenas as obras expostas, mas também o encontro entre artistas, o diálogo cultural e a emoção deste momento de troca e união.

Ao promover a inclusão, a mostra valorizou talentos que muitas vezes enfrentam barreiras sociais, culturais ou físicas, afirmando que a arte não deve excluir, mas integrar. Esse encontro de olhares, experiências e expressões distintas fortaleceu a mensagem central da exposição: a igualdade não apaga as A inclusão começa quando entendemos que cada pessoa é única, mas que todas têm o mesmo valor. As diferenças não nos separam; elas mostram a variedade de histórias, talentos e vivências que existem no mundo. Independentemente de aparência, origem, limitações ou escolhas, todos merecem respeito e oportunidades justas.diferenças, mas reconhece nelas a verdadeira riqueza da criação artística.


A inclusão transforma a sociedade porque ensina empatia, fortalece laços e combate o preconceito. Quando escolhemos incluir, escolhemos humanidade. E um mundo mais humano é construído quando cada pessoa é vista, ouvida e respeitada.Dizer que somos todos iguais não significa negar as diferenças, e sim reconhecer que ninguém é superior a ninguém. A verdadeira igualdade acontece quando aprendemos a conviver, acolher e apoiar uns aos outros, criando espaços onde todos se sintam pertencentes.



“Somos Todos Iguais” evidencia o papel da arte como ponte entre culturas e como instrumento de aproximação entre povos, fortalecendo os laços históricos e culturais entre Brasil e Portugal.
A exposição apresenta


A exposição apresenta obras que abordam temas como igualdade, diversidade, inclusão e respeito, reforçando a ideia de que, apesar das diferenças, todos partilhamos a mesma essência humana. As fotografias que acompanham a matéria registam não apenas as obras expostas, mas também o encontro entre artistas, o diálogo cultural e a emoção deste momento de troca e união.
Somos Todos Iguais” evidencia o papel da arte como ponte entre culturas e como instrumento de aproximação entre povos, fortalecendo os laços históricos e culturais entre Brasil e Portugal.

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