Mosteiro dos Jerónimos




Mosteiro dos Jerónimos



Obra-prima da arquitetura portuguesa do século XVI, está classificado como Monumento Nacional e inscrito na lista de Património Mundial da UNESCO (1983). O Mosteiro dos Jerónimos situa-se numa das zonas mais qualificadas de Lisboa, um cenário histórico e monumental junto ao rio Tejo, local de onde partiram as naus e caravelas no tempo das Descobertas que viriam a dar “novos mundos ao mundo”. Na imponente fachada do Mosteiro, que se prolonga por cerca de trezentos metros, ergue-se o Portal Sul da Igreja, ricamente decorado, onde se destacam as imagens do Santo Patrono de Portugal, Arcanjo S. Miguel (ao cimo) e a imagem de Santa Maria de Belém, ou Nossa Senhora dos Reis (ao centro). Ligado simbolicamente aos mais importantes momentos da memória nacional, o Mosteiro dos Jerónimos (ou Real Mosteiro de Santa Maria de Belém) foi fundado pelo rei D. Manuel I no início do século XVI. As obras iniciaram-se justamente no virar do século, lançando-se a primeira pedra na data simbólica de 6 de Janeiro (dia de Reis) de 1501 ou 1502. Doado aos monges Jerónimos, que aqui permaneceram até ao segundo quartel do século XIX, o Mosteiro dos Jerónimos é um verdadeiro “cântico” ao estilo manuelino pela profusão de elementos religiosos, náuticos e régios eternizados na pedra. O conjunto monástico conserva, ainda hoje, além da igreja manuelina, grande parte das magníficas dependências conventuais que contribuíram para a sua fama internacional, incluindo o


O bairro de Belém guarda as memórias das grandes descobertas dos navegadores portugueses e essa é apenas uma das razões pelas quais é um local que não pode ser excluído de uma visitação, mesmo numa rápida estadia em Lisboa.

Esta postagem complementa a anterior, tratando especificamente do Mosteiro dos Jerónimos, que ostenta merecidos títulos: Monumento Nacional (desde 1907), Patrimônio Mundial (reconhecido pela UNESCO em 1983), Panteão Nacional (desde 2016), além de ter sido eleito uma das “Sete Maravilhas de Portugal “ (em 7 de julho de 2007).


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